Alimentação infantil saudável

 

Todos sabem que uma alimentação equilibrada é importante para suprir as necessidades nutricionais, principalmente na infância. Porém, há muitas crianças com dificuldade para comer alimentos saudáveis e isso pode prejudicar o crescimento e o desenvolvimento. Existem fases em que é normal que a criança diminua a quantidade de alimentos ingerida. Isto se justifica pelos picos de crescimento e pelas novas descobertas. Porém, é essencial que, mesmo com essas alterações, o pequeno se alimente de forma equilibrada e saudável. Mas, quem é mãe sabe que nem sempre essa tarefa é fácil. Portanto, se a criança não está comendo direito, a família tem que criar meios para que as refeições não se tornem um momento de “guerra”.

Até os 2 anos de idade é período que você molda o paladar da criança. É importante a presença de fontes de proteína, carboidratos, vitaminas e minerais nas refeições. Depois de avaliar crianças e adolescentes obesos, um estudo americano publicado na revista Clinical Pediatrics concluiu que é nos primeiros anos de vida que uma pessoa aprende a comer. Segundo os pesquisadores, os hábitos alimentares aprendidos nessa primeira fase orientam a criança em seu futuro e são difíceis de serem modificados.

É importante ressaltar que as pessoas da família são os maiores exemplos, mas isso nem sempre é bom. Não adianta nada os adultos acostumados a pedir sanduíche no almoço e pizza no jantar imaginar que ensinarão a criança a comer saudavelmente. Se ele não presenciar a mãe ou o pai saboreando uma deliciosa salada, não vai fazer o mesmo. A mudança dos hábitos alimentares, em geral, é difícil, principalmente nas primeiras semanas, mas o investimento vale a pena para a família toda. Caso a criança vá ficar aos cuidados de outra pessoa, como parentes e berçários, verifique como é a conduta deles também.

 

Algumas dicas praticas podem ajudar aos papais a oferecerem alimentos saudáveis e atrativos para os pequenos:

  • A comida tem que ser gostosa: Comida de criança tem que ser gostosa e não apenas uma soma de ingredientes. Crie combinações que um adulto também apreciaria, com bom senso, levando em conta os diferentes sabores e as misturas possíveis – e cabíveis. Não é recomendável utilizar muito sal, pois os alimentos já contêm sódio suficiente para suprir as necessidades diárias de uma criança – em excesso, ele causa hipertensão e problemas renais. Personalize a receita com temperos in natura, como cebola, alho, salsa, cebolinha e outras ervas, para deixar a comida mais gostosa. Comida malfeita desestimula a criança a gostar de comer.

  • Água: Acostume seu filho a beber água ou ele poderá crescer sem esse hábito. A água é muito importante na infância para ajudar no bom funcionamento do intestino e diminui o risco de problemas como dores de cabeça e musculares, dificuldade na digestão e sobrecarga nos rins. Não existe uma recomendação médica específica sobre a quantidade, mas ofereça depois das refeições – nunca durante – e entre elas. Faça o mesmo com os sucos. Com o tempo, a própria criança aprenderá a indicar que está com sede.

  • Evite o que não é saudável: Evite açúcar, café, enlatados, frituras, refrigerantes, balas, salgadinhos e outras guloseimas sempre, mas, principalmente, nos dois primeiros anos. São alimentos de grande valor calórico e sem nenhum nutriente, além de não acrescentarem nada ao organismo. Muitos contêm aditivos químicos. Um bebê criado saudavelmente vai entender que a sobremesa é fruta, e não doce. Mesmo que mais para a frente tenha contato com as guloseimas, a criança terá outra relação com elas.
  • Deixe seu filho comer sozinho: Um jeito de incentivar o apetite do bebê e ainda ajudar o seu desenvolvimento motor fino é criar comidinhas que possam ser consumidas com as mãos. Pedacinhos de pão, frutas e legumes picados, carnes desfiadas, são alguns exemplos do que pode ser oferecido em um pratinho de plástico. A criança vai se divertir tentando comer sozinha e associará esse prazer ao ato de se alimentar.

  • A criança tem preferências: Aproveite esse conhecimento quando ela estiver doente – dar o que mais gostam (entre os alimentos saudáveis) pode ser a única maneira de alimentá-los. Isso também pode ajudar na hora de introduzir os vegetais: combinado com o prato preferido fica mais fácil conhecer o alface, a escarola, o chuchu etc. Facilite a aceitação improvisando novas maneiras de apresentação.
  • Na hora das frutas: O ideal é que a criança coma as frutas ao natural, com as mãos. No começo e para os apetites mais difíceis, vale picar o mamão ou fazer um espetinho (sem ponta) com morangos e bananas, por exemplo.

 

  • Estipule horários: Rotina é fundamental para bebês e crianças.  Fracione as refeições em seis: café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia e estipule um horário para cada uma delas, com intervalo de duas a três horas. Assim, a criança terá apetite e não reclamará que está com fome logo após a refeição.
  • Apresentação dos pratos: As cores dos alimentos ajudam a compor o visual dos pratos e são ótimas para atrair a atenção e o apetite da criança. Lembre-se: primeiro comemos com os olhos e isso não é diferente nas crianças. O visual da alimentação das crianças é super importante. Pratos bem coloridos e divertidos podem ser uma alternativa na hora de servir as refeições para elas.

 

 

 

 

  • Cortadores: Para tornar os vegetais mais apetitosos, vale apostar em cortadores com formatos variados e em um fatiador. Esses utensílios deixam o legume fininho e você pode fazer uma preparação do tipo ‘chips’, para assar.
  • Brincadeira dos pontos:  Um ambiente lúdico e divertido pode ajudar muito na hora de apresentar alimentos diferentes para seu filho. Monte um quadrinho e faça a criança marcar pontos toda vez em que experimentar um novo alimento. Geralmente, ela adora esse tipo de brincadeira. Pode-se combinar um premio quando atingir uma certa quantidade de pontos!
  • Peça auxílio nas compras: aproveite o momento das compras e leve seu filho com você, assim conhece novos alimentos, tem a oportunidade de tocar, cheirar e provar frutas e legumes que, muitas vezes, nunca foram apresentadas a ele, afirma. E, na hora da refeição, pode se lembrar da experiência e ter mais vontade de comer.
  • Abra exceções: Libere alguns abusos aos finais de semana em pequenas quantidades. A criança, uma hora ou outra se deparara com hábitos alimentares diferentes daqueles dos praticados em sua casa. Por isso, é muito importante que elas saibam que comidas diferentes existem e que as provem. Porém, também é essencial ensiná-la a lidar com esses novos gostos. Explicar que aqueles alimentos que não são tão saudáveis podem se consumidos de forma moderada é o melhor caminho para evitar descontroles mais tarde.

Para fechar esse assunto com uma ótima sugestão podemos dizer que não tem coisa melhor do que nutrir a barriguinha dos nossos pequenos com alimentos e saborosos e saudáveis! Que tal reinventar as tão queridas panquecas e trocar as massas tradicionais por versões coloridas de legumes e vegetais? O resultado, além de visualmente super atrativo para os pequenos, pode ser um jeito de introduzir os legumes no prato sem sustos ou traumas. E tem mais: com a supervisão de um adulto, as crianças podem ajudar no preparo e literalmente botar a mão na massa.

Aproveite a facilidade das massas frescas prontas da Supreme Massas e solte a imaginação! Você pode montar uma “poderosa panqueca do Hulk” com a massa fresca enriquecida com espinafre para deixar a criançada “super forte” ou uma “panqueca de princesa” para as meninas com as massas frescas enriquecidas com beterraba. A Supreme Massas te ajuda a oferecer uma alimentação saudável para seu filho com a praticidade das massas prontas e a garantia de um produto natural, de ótima qualidade, enriquecido com vegetais in natura, como se você tivesse feito em casa.

 

 

Artigos com a Tag , , ,

Os comentários estão fechados.